quarta-feira, 19 de março de 2008

O lobby metalúrgico-farmacêutico da ASAE


Estamos perante aquilo que já pode ser considerado um flagelo! A ASAE está em todo lado!

É verdade, esta instituição, que deveria zelar pela nossa segurança, está tomar conta das nossas vidas e a monopolizar o país. Mas, não será bombástico proliferar tais afirmações? Bem, tendo em conta que chamam Simba ao Rei da Selva… Não.

Pois é, por de trás de toda a panóplia de acções que esta instituição tem realizado, e que de certo modo se tem tornado em mais uma novela, por sinal, muito bem divulgada, deste nosso portugalito, temos que estar atentos, e analisar com muita atenção o que estará por trás de tudo isto.

Embora já existam algumas correntes visionárias, que liguem este fenómeno à presença de vida extra-terrestre no universo, em especial no planeta de S. Bento, há que ver muito mais além do planeta e da galáxia, e verificar que o problema reside única e simplesmente num país. Qual país?! Ora essa é uma pergunta bastante desnecessária, se tivermos em conta a evolução das principais economias mundiais. Basta observar os gráficos e verificamos que o país com maior expansão económica nos últimos anos é a China! Sim, a China. E perguntam esses cérebros sedentos de informação. A China porquê? O que vale é que eu sou cool e vou explicar…

Vamos então a factos. Após a implementação, da legislação reguladora do funcionamento das cozinhas nos nossos estabelecimentos de restauração, verificámos que além da abolição das tradicionais e saudosas colheres de pau, ainda se tornou obrigatório o uso da maravilhosa touca na cabeça e da bela luvinha de látex nas mãos. Mas porquê? Em que medida é que estas regras vêm contribuir para a melhoria da qualidade de vida dos cidadãos portugueses? De que forma é que estas alterações vão de encontro às necessidades dos nossos compatriotas? E será esta a melhor maneira de confeccionar o bacalhau com broa? Quanto a esta ultima questão, não me parece que seja pertinente opinar, no entanto o mesmo não digo em relação às anteriores. Vejamos então, os prós e contras destas aplicações.

A favor: se usarmos a luvinha e a touca, não são transmitidos germes para os alimentos, nem aparecem cabelos na comida.

Contras: A suposta diminuição dos germes, diminui a nossa capacidade imunitária, uma vez que o organismo não reage à intromissão de seres patogénicos no seu interior.
 

Agora entendidos os pós e os contras, temos que relacionar tudo com a tal economia… Então, olho na seguinte situação!

Ponto um: a touca e a luvinha.

Afinal, como é produzida a bela luvinha de látex? O látex é extraído de uma planta, mas qual é a origem dessa planta? Ora imaginem lá! Planta, economia, logo: exactamente a planta é oriunda do Brasil! A Seringueira! Portanto não tem nada a ver com a China, mas a confecção da malfadada luvinha já no remete para o: "made in China"! Compreendida forte correlação luva-China, vem agora a touca. Muito mais óbvio! Claro! Qual foi o mercado têxtil que mais expandiu nos últimos anos? O Têxtil chinês! Pronto, já temos duas ligações muito óbvias e directas!

Ponto dois: a redução da capacidade imunitária.

Então cá vai disto. Ao reduzirmos a capacidade imunitária dos portugueses, até mesmo o menos sabedor dos leitores compreenderá, que a quantidade de doentes nos nossos acolhedores hospitais vai aumentar. Se há mais doentes, é porque há mais doenças. Se há mais doenças, vão ser vendidos mais medicamentos! E onde é que se vão buscar as matérias-primas? Claro! Às densas florestas da china (pronto, ok, também vão ao Brasil… que melgas!). Aqui, conseguimos verificar, que um dos fortes impulsionadores das acções de destruição massiva levadas a cabo pela ASAE, é a indústria farmacêutica! Sim senhor, a indústria farmacêutica, e com uma forte influência da economia chinesa.


 

Debruçando-nos sobre a outra parte desta perspectiva, temos mais umas quantas constatações, que em nada se relacionam com o Brasil! (irra! Vocês são mesmo obstinados!) Ora vejamos… Quais os prós e os contras da substituição, da milenar colher de pau, em prol da obrigatória e fria colher de ferro?

Prós: a colher de ferro não deixa farpas de madeira, no maravilhástico cozinhado.

Contras: a colher de ferro risca o fundo dos tachos e das frigideiras aderentes.

Cá estão os prós e os contras, e tal como anteriormente, vamos verificar que a ténue linha entre a realidade e a realidade verdadeira, já foi ultrapassada há muito tempo. Porquê? Ui, ui… é tão clarinho como a água! Melhor, é tão fácil como comer um coco! Bem esta não deve ter sido a melhor metáfora, mas vamos lá compreender o que se passa. A colher de pau é construída, como se pode constatar pela toponímia, de pau. Um das maiores indústrias mundiais de madeira, é a brasileira (Ah! Agora sim!). No entanto, a China tem fortes interesses na metalurgia russa e vai daí, decidiram apostar, no controlo descontrolado, da política de segurança alimentar de um país, que se deixa controlar de uma forma descontrolada, por controladores descontrolados, como o Djibouti em África. Mas este plano não singrou, e tiveram que optar por um país ainda mais fácil de controlar – Portugal. Assim nasceu a ASAE. Após a sua formação, começaram por aniquilar, despercebidamente, o mercado concorrente dos têxteis, ou seja, deram cabo do negócio de contrafacção dos ciganos nas feiras. Após terem ficado de baixa os mais ferozes rivais, sem apoio da caixa (dada a ilegalidade de que fruíam), dominaram o têxtil. Depois, ficaram nas sete quintas e começaram a impor o seu plano maquiavélico para dominarem o universo e mais além… Ou não!? Esperem lá! Isso foi o Darth Vader da guerra das estrelas! Afinal, eles só queriam impor a metalurgia! Bem, mas na verdade, conseguiram-no, utilizando a intrépida técnica "pescadinha de rabo na boca". O quê! Ainda não perceberam? Ok, eu explico. Sendo obrigatório o uso de colheres e tachos de ferro, as colheres vão riscar os fundos antiaderentes, e os outros também, logo, vai ser necessário produzir mais tachos, que posteriormente também serão substituídos por novos tachos de… ferro. Temos que admitir que foram geniais!

E agora? Já perceberam? Já entenderam porque é que o sapo Cocas, andava enrolada com a Miss Piggy? Eu também não! Mas pelo menos conseguimos compreender como surgiu a ASAE, e quais as verdadeiras motivações da sua existência. Por isso, o melhor conselho que vos posso dar é: "cuidado com o coelho da Páscoa, que não sendo uma ave, parece que põe ovos!" (coisa que estava reservada ao ornitorrinco).

2 comentários:

Anónimo disse...

Isso explica tudo tá claro!

Anónimo disse...

Quanta perspicácia...
É preciso denunciar isto, chamar os "media",
Traduzir isto já e enviar para a CNN, France24 e aljazira (ou lá com isto se escreve)...
É a descoberta do século